Laor e Odílio: sem entrevistas para jornalistas
(Foto: Ricardo Saibun/Divulgação Santos FC)
A eliminação nas semifinais da Libertadores diante do Corinthians, no ano do centenário, parece ter mexido com os ânimos dos bastidores do Santos. Tanto que o sempre solícito presidente Luis Alvaro Ribeiro, além do vice Odílio Rodrigues, pregaram uma espécie de "lei da mordaça": os dois dirigentes adotarão silêncio e ficarão em "recesso" com a imprensa durante esta semana.
- Estou em recesso, não queria falar com ninguém. Eu e o Odílio ficaremos em recesso durante esta semana. Vou me concentrar em repensar o Santos. Foi uma decisão minha. Fala quem quiser (sobre outros dirigentes) - limitou-se a dizer o mandatário do Peixe.
A decisão não é por acaso. Fora da principal competição do continente, o Alvinegro faz reavaliações do elenco, discute renovações contratuais com diversos jogadores e estuda possíveis novas contratações pensando na disputa do título do Campeonato Brasileiro. Apesar do "recesso" dos dois maiores dirigentes santistas, outros cartolas não estão proibidos de conversar com a imprensa.
Como se não bastassem as dificuldades pelas baixas no plantel (Alan Kardec e Rentería estão fora), o clube já vislumbra mais sofrimento com a convocação do trio Rafael, Ganso e Neymar para os Jogos de Londres, em julho. Para amenizar o prejuízo, o Santos conversa com a CBF para conseguir a liberação dos jogadores antes do evento.
Em compensação, aguarda a chegada de Bill, ex-Corinthians, e ainda busca novos reforços para suprir as necessidades do elenco, desfalcado principalmente pelos atletas lesionados (David Braz, Rafael Galhardo, Bernardo e Fucile).
Atualmente na 18ª colocação do Brasileirão, com quatro pontos, o Peixe ainda não venceu nenhuma na competição. O time tenta acabar com a escrita negativa neste domingo, contra a Portuguesa, às 16h, no Canindé, pela sétima rodada.
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